30/05/2026 às 10h55Atualizada em 30/05/2026 às 11h04
Por: Josenildo Melo
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Foto: https://www.gettyimages.com.br/
A isca foi mordida? Esses presidentes dos United States of America são de fato escolhidos por Deus? Certo mesmo é que a gritaria está geral e, quando há gritaria, o que costuma dizer a população? Nesse angu há caroços. Quanto mais se esperneia, mais parece haver algo no ar.
Seria por estes e outros motivos que, nos bastidores de Brasília, só se fala em uma coisa? Faz tempo que a lavanderia atua, e o que desejam em troca? Apenas o faz de conta? A criminalidade e o tráfico de drogas cresceram de forma acentuada e persistente em quais governos? Certo mesmo é que a gritaria está geral, e é bom que quem entende de “psicologia das massas” faça uma chamada de atenção.
Parece que está ficando explícito demais o envolvimento? No manual dos jesuítas, quando alguém é atingido e não está em sã consciência, quais são os primeiros passos e movimentos? Expelir raiva e sair “atirando contra tudo e contra todos”. No eixo Rio–São Paulo–Minas–Brasília, já se fala que até mesmo jornalistas estariam nas “folhas de pagamento” das “instituições” que foram “penalizadas” internacionalmente. Seria por estes e outros motivos a defesa “enfática de criminosos”?
O que a Sagrada Escritura fala sobre o crime e os criminosos? A Bíblia condena o crime, enfatizando a justiça e a punição aos malfeitores, ao mesmo tempo em que oferece redenção e arrependimento. Ela apoia o papel do Estado em punir o mal. Em Romanos 13:3-4, os governantes são descritos como servos de Deus para castigar quem pratica o mal. Leis do Antigo Testamento, como em Êxodo 22, estabeleciam restituições e punições severas para furtos e crimes violentos.
Quanto ao perdão e à redenção, o Evangelho destaca que nenhum pecador está além do alcance da graça divina. O exemplo mais conhecido é o do criminoso crucificado ao lado de Jesus que, ao demonstrar arrependimento, recebeu a promessa da salvação (Lucas 23:39-43).
Mas aí surge outro problema nos dias atuais: qual é a igreja evangélica que não “lava dinheiro” para o crime organizado? Muito cuidado: as generalizações são o problema. Certo mesmo é que os templos começam pequenos e, de uma hora para outra, iniciam grandes expansões. Ave Maria. Jesus!
Que gritaria é essa? Não se fala em outro assunto a não ser a decisão tomada pelo Departamento de Estado norte-americano? Que medo desmensurado é esse? Certo mesmo é que o principal problema do povo brasileiro é o contexto da segurança pública, e isso vai, sim, refletir no processo eleitoral? Eis o grande medo? A derrocada final do sistema advirá desse tema que nunca enfrentaram de fato e de direito? O que induz mais pessoas a adentrarem os “sistemas criminosos”? É a falta de dinheiro ou a certeza da impunidade?
Se, todas as vezes que um “banco” ou “braço financeiro” quebra, ele é socorrido com o dinheiro dos pagadores de impostos, o que mais pessoas pensarão a respeito dessa temática? O povo tem suas nuances e, não é porque muitos não leram certos livros e a grande maioria ainda não possui elevados graus de “sabedoria diplomática”, que sejam bobos. O povo para, pensa e reflete. É um negócio em que não há punibilidade? Termina-se adentrando nele? E o mundo do crime não está apenas nas ditas “baixas camadas”. Está no establishment?
Mas nem todo mundo que reclama ou grita está envolvido. E qual o motivo de uma defesa tão enfática? Há gente que, há muitos anos, recebe o “por fora”, e gente que o povo considerava de alta relevância. Existe um ditado muito popular: quando alguém não combate o ilícito, é porque faz parte dele. As capitais nordestinas não eram conhecidas pela paz e pelo sossego? Quem, em sã consciência, sente-se seguro circulando por aí, em qualquer lugar e a qualquer horário?
Já fizemos alguns treinamentos nos Estados Unidos da América e, em muitos deles, a principal aferição de culpabilidade se revela nos medos. Augusto Nunes costuma dizer que todo jornalista que recua diante de fatos e acontecimentos tem algo a esconder.E o jornalista Augusto Nunes já possui uma longa jornada. Chefiou praticamente todas as maiores redações dos sistemas de comunicação do país.
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SobreJosenildo Nascimento Melo é jornalista, estudou direito, é Bacharel em Serviço Social pelo ICF - Instituto Camillo Filho. É também licenciado em Filosofia pelo ICESPI - Instituto Católico de Estudos Superiores do Piauí.
Teresina, PIAtualizado às 09h01 - Fonte:ClimaTempo