Dos Estados Unidos da América. Isso não é pouco, não, viu? Normalmente, são os presidentes de países que são recebidos por presidentes norte-americanos. Agora, nobres leitores, um pré-candidato e futuro candidato à Presidência da República Federativa do Brasil ser recebido por um presidente dos Estados Unidos da América, em pleno mandato, é algo raríssimo. E, mais que isso, é um sinal claro de que os norte-americanos desejam algo além do mais do mesmo.
Quem acredita que o país mais poderoso do mundo, através de seus serviços de inteligência, não sabe o que acontece em outros países — especialmente nos países que são alvo de sua influência — simplesmente não sabe como, de fato, funcionam os poderes. É a maior potência do mundo e, em todos os sentidos, está mandando seus recados. Isso é simplesmente sinônimo de prestígio e de interligações relacionais “profundas e não meramente aleatórias”, e isso é, de fato, benéfico.
O que são os Estados Unidos da América? Os Estados Unidos da América (EUA) são uma república constitucional federal composta por 50 estados, localizada principalmente na América do Norte. Considerados a maior potência econômica, militar e cultural do mundo, exercem forte influência global em diversas esferas, desde a tecnologia até a política internacional.
Território: situam-se na América do Norte, fazendo fronteira ao norte com o Canadá e ao sul com o México. O país também engloba o Alasca (no extremo noroeste) e o Havaí (um arquipélago no meio do Oceano Pacífico). É o quarto maior país do mundo em extensão territorial. O país é uma república federal em que cada um dos 50 estados possui autonomia considerável para legislar sobre questões locais. A capital federal é Washington, D.C. Possui a maior economia do mundo, com foco no setor de serviços, alta tecnologia, inovação, finanças e forte produção industrial e agrícola. A moeda oficial é o dólar americano.
Com mais de 320 milhões de habitantes, é a terceira nação mais populosa do planeta. É formado por uma sociedade altamente multicultural e multiétnica, resultado de séculos de imigração. A cultura e o estilo de vida norte-americanos — cinema, música, esportes e literatura — possuem grande penetração ao redor do globo, influenciando costumes em quase todos os países.
Recebido pelo presidente? O senador Flávio Bolsonaro foi recebido por Donald J. Trump, atual presidente dos Estados Unidos da América, em pleno exercício do mandato. E é bom sempre recordar que os norte-americanos gostam de economias livres e sem amarras trabalhistas. Acreditam que, quanto menos o Estado intervém na vida dos cidadãos, mais livres eles serão em todos os sentidos.
Acreditam no livre mercado e na economia baseada no trabalho e na produtividade. Somente a renda per capita de um dos estados americanos, um dos mais pobres, corresponde a toda a renda per capita brasileira. Esse estado, considerado o menos rico dos Estados Unidos em renda per capita, supera várias vezes o valor da renda per capita brasileira, representada pelo Distrito Federal, Brasília.
A renda média do Mississippi, estado americano mais pobre, supera com folga a renda per capita do Brasil. O Mississippi registra uma renda per capita anual próxima de US$ 39.368. Em comparação, o PIB per capita do Brasil encontra-se em torno de apenas US$ 10 mil.
As eleições brasileiras terão alguma influência norte-americana, direta ou indiretamente? Quem, afinal, é o preferido dos Estados Unidos da América? Alguém tem alguma dúvida? Confiança não é algo “passageiro”; significa, sobretudo, laços de amizade!