Já ouviu esta expressão? O que de fato significa? Leão XIV está prestes a lançar a sua primeira encíclica, e quem liga mais para isso? NINGUÉM. Somente a hierarquia da Igreja. Passaram a viver em segundo plano. Por mais que as emissoras de TV católicas diariamente tentem incutir a importância papal, ela está ficando cada vez mais restrita ao mundo essencialmente religioso e católico. Estão alegres? Não é com alegria e entusiasmo que escrevemos sobre isso. Afinal, cada um cuide do seu terreno. A questão é bíblica e enfatiza que, cada vez mais, somente crer em forças humanas não tem sentido e enfraquece. Nos dias atuais, o homem moderno e contemporâneo não quer mais saber de religião ou religiosidade agrupadora, nem viver em comunidade de santos. E o que acontece quando os eleitos descobrem oásis? Querem viver neles. A santidade é um dom de Deus, e não para todos, como costumam proclamar. Deus tem seus eleitos e cuida de todos eles!
E o que instigou o viver em segundo plano? A Reforma Protestante, que foi um movimento religioso surgido na Europa no século XVI. Seu objetivo principal era questionar práticas e doutrinas da Igreja Católica que muitos acreditavam estar desalinhadas com o cristianismo original. Ela começou como um pedido de mudanças internas, não com a intenção de criar novas igrejas. Com o tempo, porém, o movimento ganhou força, espalhou-se por diferentes regiões e acabou resultando na formação de várias igrejas protestantes. Isso transformou profundamente a religiosidade da época. Foi um processo amplo, gradual e marcado por debates, escritos e discordâncias teológicas. A Reforma também teve efeitos que foram além da religião. Ela influenciou a política, a cultura, a economia e a educação europeia. Por isso, é considerada um dos grandes marcos da história ocidental. A Reforma Protestante é um dos eventos mais marcantes da história mundial e, até hoje, desperta curiosidade por ter transformado profundamente a religião, a cultura e a política da época. É fato. E ninguém pode negar!
Mas os evangélicos são farinha do mesmo saco? A expressão “evangélico” é algo dos dias atuais. O termo correto é “protestantismo”, que, em sua essência, significa protestar contra tudo o que vai de encontro à NÃO santidade. Viver como Cristo viveu e esforçar-se para alcançar isso é a essência protestante. Qualquer pessoa em sã consciência, e principalmente os bons intelectuais, percebe que o catolicismo é relativista, e sua proposta é aglutinar tudo e todos a qualquer custo, principalmente grupos que possuem poder financeiro e força na sociedade. Não costumam realmente acreditar nos desígnios de Cristo Jesus, Deus; preferem crer na força humana institucional. E, por este motivo, “continuam se movendo nas sombras”. Vivendo em segundo plano? É o que aparenta ser. Nos bastidores do poder, continuam “tramando e se articulando” cada vez mais. Só que o resultado não é mais o esperado. O número de fiéis que optaram por viver o mais próximo de Deus aumentou de forma vertiginosa. E tende a continuar assim!
Vivendo em segundo plano? É no contexto da relevância? Que governo ou governos ainda escutam atentamente a voz papal? NENHUM. E as reuniões de demonstrações públicas de fé estão cada vez mais restritas a guetos e bolhas. Passaram a ocupar espaços secundários na sociedade. Mas sempre foi assim? Dizer isso é negar o contexto histórico. Em suma, quanto mais uma sociedade se aproxima do mundo mundano, qual a tendência? Perder o sentido. No mundo mundano não jaz o maligno? É o que dizem claramente as Sagradas Escrituras. E isso não são palavras editoriais ou de cunho rancoroso pessoal. O íntimo dos seres humanos clama e gosta de coerência e retidão!