
É a temporada de torneiras jorrando a água que todos almejam beber? Se tudo continuar assim, a velha mídia vai sair da dependência dos bancos tradicionais? Pior é que, quanto mais “recebe por matérias”, mais o pequeno número de leitores desaparece. Certo mesmo é que o noticiário arrefeceu. O “refresco dado” tende a começar a veicular a realidade como ela é. O preço da carne, tipo coxão duro, já passou dos quarenta reais? Imagine o preço do filé-mignon quanto já deve estar? Ovos passaram a ser a comida predileta do povo brasileiro?
É a necessidade, e não a predileção. Cada mês é um Deus nos acuda. E tome mais dinheiro pelas torneiras jorrantes. O aceno, por estes dias, foi o anúncio para os motoristas de aplicativos comprarem carros novos. Mas de que adianta carro sem passageiros para transportar? Quem herdará “o maior rombo da história” das contas públicas? Já estão prevendo o que vai acontecer e querem deixar o pepino para o próximo?
As torneiras estão abertas? Sintonize qualquer emissora de rádio, local ou nacional, e verá o tanto de propaganda que o povo chama de enganosa sendo veiculada. Chega a ser abusivo; é em todo intervalo. E não é mais apenas no rádio, TV ou streaming. É onde for possível veicular. Certo mesmo é que a fase do show da velha mídia vai diminuir. As manchetes de hoje já apontam fuga de capitais da bolsa de valores brasileira. Há a desculpa de que é a “guerra Irã x Estados Unidos”, mas já estão vendo o declínio das manchetes repetidas e direcionadas a prejudicar apenas um lado, e começaram a mudar as manchetes e pressionar por mais dinheiro ainda.
E no contexto político? A turma do centro já começou a acenar novamente ao governo? Moço, aí só tem profissionais; estão mesmo é querendo sugar ainda mais e depois dar o bote definitivo e fatal. Em qualquer roda empresarial ou popular, fala-se apenas uma coisa: não havia ninguém para substituir? É apenas e tão somente a mesma pessoa. Vida sem discípulos: o povão abusa de vez em quando, e, quando povo e empresariado abusam, já era. Irão sugar até dizer chega. Eis a realidade!
Afinal, o que é moralidade pública? A moralidade pública é o princípio ético-jurídico que exige que agentes e instituições públicas ajam com honestidade, boa-fé e probidade, não apenas obedecendo à lei, mas pautando-se pela ética na administração dos bens e interesses comuns. Ela busca garantir a integridade no serviço público e proteger o patrimônio público. Quais são os principais aspectos da moralidade pública? Ética na gestão (administração pública): no contexto do Direito Administrativo brasileiro (art. 37 da Constituição), a moralidade administrativa é fundamental. Não basta que um ato seja legal; ele deve ser honesto e probo.
Diferença da moral social: enquanto a moral social varia conforme costumes e cultura, a moralidade pública/administrativa é mais objetiva, focando no bom uso do dinheiro público e na confiança nas instituições. Combate à corrupção e à improbidade: violações como nepotismo (favorecimento de parentes, proibido pela Súmula Vinculante 13) e uso de bens públicos para fins pessoais são exemplos de imoralidade administrativa. Finalidade coletiva: a conduta pública deve sempre visar ao interesse social, tratando o que é comum de forma coletiva, e não particular. Tudo isso é muito importante. Mas nada disso acontece há anos?
Entrou em voga a fase de torneiras abertas? “A vaidade é um princípio de corrupção” — Machado de Assis. “A corrupção não é uma invenção brasileira, mas a impunidade é uma coisa muito nossa” — Jô Soares. “Um povo corrompido não pode tolerar um governo que não seja corrupto” — Marquês de Maricá. “O homem que se vende recebe sempre mais do que vale” — Barão de Itararé.
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