
Está sendo vendido? Eis a notícia do dia. Diz o Estadão, jornal cada vez mais digital. Só que parece que “o buraco aí é muito mais embaixo”. Os donos possuem como mover as massas? É um conglomerado que vai de igreja a vários meios de comunicação social. Possuem até mesmo um partido político. Quem irá salvar esta turma? A venda ou a cobertura por parte do FGC — Fundo Garantidor de Crédito? Meu Deus, como este país ainda não quebra de uma vez por todas? É a segunda-feira, depois de “belo refresco” no final de semana. Eis a vida como ela é. Quem já passou dos 70 ou 80 anos está retornando ao interior ou se refugiando nos sítios. Outra notícia importante do dia é a reprodução de “um documento” do Senado nos portais, dizendo que nenhum presidente pode representar o mesmo nome a uma vaga ao Senado na mesma legislatura. E agora? Já era. Para indicar, vai ter que ganhar as eleições? E, para ganhar as próximas eleições, será um “verdadeiro milagre”? E milagres existem no mundo político? Força, coragem e fé. Eis a realidade!
Quebrou mais um banco? Ou está prestes a ser vendido às escondidas? Quando dá para o Estadão publicar uma manchete de chamada de capa no portal, é porque tem alguma coisa “no meio do caminho”. Não é o grupo Estadão que acaba de fechar uma tradicional emissora de rádio em São Paulo porque não podia mais mantê-la funcionando? Pois a emissora FM “acabou”. Enquanto isso, o homem do banco, que falem o que falarem, é um homem de Deus, segue firme e forte. Até mesmo nos bastidores de Brasília a turma brinca: “se nunca caiu quando era fraquinho, vai cair agora sendo dono de várias empresas e concessões públicas de rádio e TV?”. Sem falar nos milhões de seguidores que diariamente o escutam. Acabou, não faz dois meses, de lotar estádios por todo o país. A República Federativa do Brasil não é “brinquedo, não”. É “madeira de dar em doido”. Quem não tem fé em Deus e juízo termina nos manicômios da vida ou eternamente “anestesiado nos vícios” da vida. O número de dependentes só aumenta.
Quer um alívio para o início da semana? Não tem. O único caminho é Cristo Jesus, Deus; esse, sim, é vida e vida em abundância. E não somente em palavras, mas principalmente em gestos. Esse negócio de palavras não comove mais ninguém. Principalmente aquela conversinha mole de “antes era isso e aquilo e, depois que conheceu Jesus, tudo mudou”. E por que não procurou uma vida correta antes? Jesus Cristo sempre esteve à disposição de tudo e de todos. Tem gente que lê de tudo na vida, menos a Palavra de Deus. É que nem uma conversa que existe no mercado financeiro e nos comércios: “aceitam todos os cartões, menos aquele que todos sabem o nome”. Acordou, fez a sua oração diária, fez a sua caminhada ou corrida matinal, tem o básico do básico na despensa, está com as contas em dia e, principalmente, com saúde? Continue agradecendo a Deus e pare de fazer contas. O governo quer ver todos “escravizados pelas dívidas”.
Quebrou mais um banco? Já não estava quebrado? Não estão — ou estarão — tentando salvá-lo às pressas? Outros dirão: não é o grupo Estadão que está quebrado ou quebrando? Entrar em rota de colisão com este poderoso senhor não é conversa fiada, não. Todos os que tentaram atravessar o seu caminho caíram ou cairão. Certo mesmo é que o tabuleiro de xadrez começa a se movimentar de uma forma bem mais alvissareira. Quem acreditou que o sistema tinha caído ou cairia “botou as barbas de molho”. Que nada. O sistema, bem maior, quer é se livrar do mais do mesmo. Isso é somente maio, nobres leitores. E, quando junho, julho e agosto chegarem, como será? Vão soltar “dinheiro” a rodo? Ainda sairão envergonhados?
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