Informações públicas dão conta de que o socialismo é uma ideologia política e econômica que busca a igualdade social e a superação do capitalismo, defendendo a propriedade coletiva ou estatal dos meios de produção. Surgido no século XIX, em resposta à desigualdade industrial, visa à distribuição justa de riquezas e ao fim da divisão de classes. Foca no bem comum, na segurança social e na igualdade material. Os meios de produção não são privados, sendo geridos pelo Estado ou coletivamente. As primeiras ideias eram focadas em reformas pacíficas e comunidades harmônicas. Desenvolvido por Marx e Engels, defende a luta de classes, a revolução proletária e a socialização dos meios de produção como transição para o comunismo. Refere-se também às experiências aplicadas no século XX (ex.: URSS), frequentemente caracterizadas pela centralização do poder e por regimes de partido único.
E qual a diferença entre socialismo e comunismo? De acordo com a teoria marxista, o socialismo é uma etapa de transição, na qual ainda existe o Estado, rumo ao comunismo, que seria uma sociedade sem classes, sem propriedade privada e sem a existência do Estado. Não deu certo em nenhum lugar do mundo!
Essa ideologia tinha como uma de suas metas principais a extinção do Deus monoteísta e de quaisquer deuses que toda e qualquer cultura possuísse. Lembra que alguns partidos brasileiros começam a mudar os nomes, retirando a palavra “socialismo”? E alguns desses partidos evoluíram. Já os que permanecem com o nome no partido seguem sucumbindo; afinal, quem ainda acredita nessa ideologia? O jornalista Augusto Nunes, um dos fundadores do Sistema OESTE de Comunicação, usa uma frase bem peculiar para todas essas “idiotices”: pessoas com mais de dois neurônios não costumam acreditar “nessas fantasias”. O povo brasileiro gosta, tanto quanto o mundo, do sistema capitalista — e de um capitalismo que preze as liberdades e impulsione a economia de forma independente. O maior exemplo disso é a classe dos empreendedores. A turma que trabalha com aplicativos não quer nem falar em sindicatos; foge disso como o diabo foge da cruz.
Mas a China não se diz uma República Comunista? Modernizou-se de tal forma, no quesito economia, que praticamente o sistema econômico irá “engolir a ideologia” em um futuro já bem próximo. Falar em socialismo ou comunismo em pleno século XXI é bobagem. Ninguém mais dá vazão a esses segmentos, apenas aqueles que ficaram no passado e jamais se acostumaram, “da boca para fora”, com os novos tempos e o mundo.
O que seria o socialismo? Qual a razão do introito? A capa da revista Veja, que estampa: CUBA À DERIVA — lixo nas ruas, apagões, falta de comida e de esperança. A reportagem de Veja viu de perto o estado de falência do sistema socialista do país e o agravamento da situação econômica da ilha, que se encontra agora na mira de Donald Trump. Como costumam dizer os italianos, um deles, Carlos Cauti, afirma em outras palavras praticamente todos os dias no programa Oeste Sem Filtro que a “vendeta” chamada Cuba é algo meramente ilusório: “Se fosse algo realmente bom, todos os defensores da ideologia do socialismo e do comunismo passariam férias por lá todos os anos”.
Muitos brasileiros que defendem Cuba costumam passar temporadas em Miami, Nova York, Paris etc. Sabe o que tudo isso reflete? A queda de popularidade de determinado brasileiro por falar tanto e defender Cuba. Será o próximo a não ter êxito eleitoral? Forças internacionais, com certeza, já estão com os olhos voltados para as eleições no Brasil e, desta vez, o sistema político brasileiro não estará contra o mundo e muito menos contra o seu povo. O brasileiro nunca desejou uma “cubanização” do seu país; deseja e preza por valores que sustentaram, sustentam e sempre sustentarão os pilares civilizatórios de toda e qualquer nação que se dedique ao trabalho e honestidade!