Existem coisas às quais o povo corresponde de acordo com fatos e acontecimentos. E o povo não esquece. A Semana Santa já não é santa por qual motivo? A degradação moral do clero. O povo sabe disso, conhece o caráter de muitos do clero e, consequentemente, sente-se envergonhado e sem coragem de participar das atividades religiosas. E, com a chegada da Igreja, em peso, às emissoras de TV, cada vez mais o número de participação pública popular diminui a cada ano.
Observe bem que são sempre as mesmas pessoas que participaram nos anos anteriores e, com uma diferença: cada vez menos, pois a idade já não lhes permite participar. E, quando o número não é expressivo em diminuição nas fotos tiradas pela banda podre da imprensa, é porque ele aumenta com a retirada dos hábitos (vestimentas dos religiosos). Muitos que aparecem nas fotos são irmãos, freiras e religiosos das inúmeras congregações e ordens religiosas da Igreja Católica. Eis o retrato concreto da realidade: uma semana normal.
Semana já não é santa? E não é por causa do povo. O povo de Deus é bom e fiel. A destruição da Semana Santa adveio da degradação moral do clero. Qual o padre ou padres que você considera, nos dias atuais, com uma vida moral correta e digna? Por estas bandas, é bem capaz de o número caber apenas em uma ou, no máximo, nas duas palmas das mãos.
Vida digna moralmente é algo muito sério. Muita gente reflete sobre isso e fica imaginando como alguns (que fazem parte do clero) conseguem realizar celebrações públicas. As últimas informações, advindas de forma fidedigna, de fontes sérias e honestas, indicam que a degradação moral agora chegou ao topo da pirâmide. Chega a tal ponto de se evitarem até mesmo ordenações diaconais, somente porque são homens íntegros, honestos e possuem famílias bem constituídas?
O certo mesmo é que as conversas pelas paróquias estão se alastrando. E, se houver envolvimento político direto este ano, muita coisa virá à tona. É bom não duvidar, pois já não possuem a força política que imaginam ter.
Semana já não é santa? Não para todos. Nós prezamos a Semana Santa, e ela independe até mesmo de religiosidade ou religião. É o momento de reviver tudo o que Nosso Senhor Jesus Cristo viveu e sofreu nas mãos de homens impiedosos e “travestidos” de pessoas boas na sociedade. Ainda hoje é assim!
Existem paroquianos que sabem de coisas vistas em sacristias que, se abrissem a boca publicamente, o mundo de muita gente desabaria. Enquanto isso, homens íntegros e justos nem sequer possuem a oportunidade de desenvolver a sua vocação diaconal ou sacerdotal.
Afinal, o que é mesmo a Semana Santa? A Semana Santa é um tempo em que revivemos, com mais profundidade, os momentos decisivos da vida de Jesus: sua entrega, morte e ressurreição. Além disso, ela é um convite à conversão, à fé viva e à esperança. É o momento de abrir o coração e deixar que a vida nova de Cristo transforme a nossa.
Dom Celso José Pinto da Silva nos revelou muitas coisas e, um dia, nos fez o seguinte pedido, que torno público: “Meu filho, se um dia um Santo Arcebispo o ordenar, seja, de fato, um homem só e apenas de Deus; o povo gosta disso, meu filho”. Isso, sim, é integridade. Celso José foi um homem que amou tanto a Igreja de Cristo que fazia tudo — até o “impossível” — para que a Igreja tivesse santidade.
Semana já não é santa? Sempre foi, é e será! Até mesmo porque o povo gosta de participar das atividades. Mas, além do catolicismo, precisamos valorizar os justos e íntegros; e esses já dizem que o Brasil já não é um país essencialmente católico, mas, sim, evangélico. Muitos chegam a afirmar que a Semana Santa ainda é um dos últimos suspiros dos resquícios da fé católica.
Que Nossa Senhora evite a degradação moral completa daqueles que deveriam ser exemplos de santidade, respeito, ética e compromisso! O povo sabe do que aprontam nas "noitadas" e até mesmo à "luz do Sol"!
Semana Santa não é período de festas, baladas, músicas inescrupulosas e passeios. Semana Santa é o momento de recordar o que Cristo sofreu nas mãos de homens cruéis e malévolos. Jesus Cristo é vida, e todos somos pó, e ao pó todos retornaremos.