Lógico. É a razão da audiência. Continuem conosco. Muito obrigado por ler diariamente nossas matérias e artigos publicados. Acordou bem? Fez sua caminhada ou corrida diária? Mas, antes, agradeceu ao bom Deus e fez a sua boa leitura da Sagrada Escritura? Você já leu o capítulo 25 do livro de Levítico? O que aborda?
Informações públicas dão conta de que o capítulo 25 de Levítico estabelece as leis sobre o ano sabático (descanso da terra a cada 7 anos) e o ano do Jubileu (a cada 50 anos). Institui a liberdade de escravos israelitas, a devolução de propriedades vendidas e proíbe a usura, enfatizando que a terra pertence a Deus e o povo é apenas inquilino. Dias desses, tivemos uma bela explicação sobre o que de fato significa este capítulo 25. Formação bíblica de qualidade!
Muito obrigado, leitor! Gostaria de enfatizar que você, aí do outro lado da tela, é essencial para a sobrevivência do jornalismo de qualidade. Toda pessoa que se dispõe, nos dias de hoje, a ler trinta (30) linhas ou mais de conteúdo é, de fato, uma pessoa diferenciada e que realmente gosta de se informar. A leitura tem perdido muitos adeptos na contemporaneidade. E como desenvolver bem o raciocínio e a concatenação de ideias se as pessoas não leem? Eis uma das explicações do alto índice de vazio existencial na população atual, não apenas local, mas sobretudo na América Latina.
Quer saber mais sobre o capítulo 25 de Levítico? O que significa o ano sabático? A cada sete anos, a terra deveria descansar. Não se podia semear, podar ou colher formalmente, permitindo que a terra se recuperasse e que os pobres e os animais comessem do que crescesse espontaneamente. E o Jubileu (50 anos)? Após sete ciclos de sete anos, o quinquagésimo ano era proclamado como Jubileu. Nesses anos, tocava-se a trombeta, libertavam-se escravos israelitas e as terras vendidas voltavam aos seus donos originais.
E as regras de resgate e propriedade? Se alguém empobrecesse e vendesse sua terra, o parente mais próximo poderia resgatá-la. As vendas eram calculadas com base nos anos restantes até o próximo Jubileu, garantindo que a propriedade familiar não fosse perdida para sempre. Mas e a proibição de usura e a justiça social? Deus proíbe cobrar juros (usura) de um irmão israelita empobrecido e ordena que cuidem do necessitado para evitar a escravidão perpétua, garantindo liberdade e dignidade.
Em suma, Levítico, capítulo 25, é focado na soberania de Deus sobre a terra e na promoção de um sistema econômico baseado na compaixão e restauração, em vez da acumulação perpétua de dívidas. É o Deus justo!
Muito obrigado, leitor, por não apenas ler os nossos artigos e matérias, mas, sobretudo, pelo compartilhamento em todas as suas redes sociais e grupos de WhatsApp. O mundo mudou, e o Brasil também. Os dias atuais tornaram-se não apenas bem mais “disputados e concorrenciais”, mas, sobretudo, marcados pela falta de conteúdos relevantes que realmente impactem a vida cotidiana das pessoas.
Em meio à correria da vida, mas sempre lendo e reservando cada vez mais espaço para boas leituras, devoramos (lemos), por estes dias, Leviatã, obra de Thomas Hobbes, volumes 1 e 2, em inglês — excelente leitura.
Do que trata mesmo este livro? O livro Leviatã (1651), de Thomas Hobbes, é uma obra fundamental da filosofia política que defende a necessidade de um Estado forte e absoluto (o Leviatã) para garantir a ordem, segurança e paz social. Hobbes argumenta que, sem um poder soberano para controlar, a humanidade viveria em um estado de “guerra de todos contra todos”.
Ler e ser lido é uma dádiva de Deus. Muito obrigado, leitor! Continue conosco, lendo, se informando e compartilhando conteúdo de qualidade!