Avarento é a pessoa caracterizada pelo apego excessivo, obsessivo e mesquinho ao dinheiro e aos bens materiais, evitando gastos, até mesmo em necessidades básicas. Sinônimos incluem pão-duro, sovina, miserável, avaro, catinga e mão-fechada. Exemplos incluem acumular dinheiro sem objetivo, usar roupas velhas por anos e evitar convites sociais para não gastar.
Escrever não é brincadeira. E escrever bem? Algo muito mais sério ainda. Não se deve sair por aí “falando ou escrevendo” de forma mecânica. O ato de falar e de escrever requer muito cuidado e reflexão. A vida, diferentemente do que muitos pregam nos dias de hoje, é muito peculiar e deve ser vivida de forma organizada. Não há os seguintes ditados e provérbios? Dinheiro gera dinheiro. A boca fala do que o coração sente. Diga-me com quem andas e direi quem és. A sabedoria não é mero reflexo de títulos acadêmicos. E por aí vai. São inúmeras as frases, populares ou não, que expressam as experiências vividas pelos seres humanos. E o Título do artigo? Consomes o que compras?
Vamos lá. O título surgiu de uma observação contínua do viver além de nós mesmos. Já notaste que muitas vezes não degustas o que compraste? Há quem compre roupas e não as vista. Há quem compre vários carros e quase não os use. Muita gente vive a comprar até mesmo livros e nunca os lê. Qual o sentido de comprar (até mesmo com muito esforço e sacrifício) e simplesmente não usufruir? O que, em outras palavras, para um eterno jesuíta ou um calvinista, significa? Desperdício.
Não usufruir da “mordomia divina”. Em outras palavras mais simples, o que isso realmente significa? Enquanto milhões não possuem nem mesmo o básico para viver ou simplesmente sobreviver, pessoas andam desonrando a Deus. Sabia que tudo isso também pode significar desequilíbrio financeiro? O ato de comprar algo é um gesto que deve ser refletido não apenas algumas, mas muitas vezes. Comprar, adquirir produtos sob forte emoção ou de forma açodada também pode significar endividamento. Muito cuidado!!
Consomes o que compras? Este portal/site agora virou especialista em finanças? Qual o sentido da “variação editorial ou temática”? A vida é múltipla e não costuma ser brincadeira, como muitos inescrupulosos costumam descrever. O conjunto da obra é que provoca o bom realizar das coisas perante fatos e acontecimentos. Já dizia um excelente teólogo: o bem-estar de uma cidade significa o quanto seus cidadãos são, de fato, instruídos. Na busca por lucros exorbitantes ou, nos dias atuais, no Brasil, especificamente, muitos querem simplesmente vender. E nunca estiveram, nem estão e jamais estarão preocupados com quem fez a compra.
Muitas Pesquisas revelam que há gente que comprou sapatos e nunca os usou. E por aí vão os inúmeros exemplos. Mas quem compra é porque pode comprar? Nem sempre. E, geralmente, não são os que verdadeiramente podem comprar que saem comprando a torto e a direito. Muitas vezes, são as pessoas que possuem crédito disponível e nunca pensam que depois terão que pagar. Aí começa o desespero!
Caramba, é apenas o segundo dia da semana. Estávamos esperando um artigo mais político e de análise de conjunturas? Fatos e acontecimentos verdadeiramente políticos, repercutidos, normalmente acontecem de quinta para sexta-feira. Quem está há muitos anos no jornalismo sabe dessa máxima, que às vezes muda, mas ainda hoje todos esperam com atenção. Consomes o que compras? Quantas Bíblias já compraste e nunca leste? Quantas Sagradas Escrituras (com muito esforço e com a contribuição de muitas pessoas) já ganhaste de presente e jamais as leste de Gênesis ao Apocalipse?
Muita gente não acredita mais nisso, mas Deus é quem mandou, manda e mandará sempre. Obedecer aos mandamentos do Senhor é sinal de progresso e vida segura, e não apenas por um tempo. Ter amigos, fazer visitas constantemente é muito importante, mas buscar aquilo que não perece e é infinito é o verdadeiro sentido da vida. Evite desperdícios. Dinheiro não nasce em árvores. Todo país que se preze e cuja população é pujante e forte tem em seu cerne o aprendizado sobre economia. E tem mais: o desperdício afeta toda uma família, toda uma nação. Ocasiona até mesmo "distúrbios" o "desconntrole das contas públicas".