
A semana já começa com desconfianças? Eis a realidade da população brasileira. O grande medo e temor agora são os bancos digitais? Não somente, mas também os que possuem agências físicas. Certo mesmo é a diminuição do crescimento dos bancos físicos e o exponencial aumento do número de clientes em bancos digitais. E não é por aí que mora o perigo? Muita gente falando e reclamando das facilidades oferecidas a curto, médio e longo prazo. Algumas pessoas também chegam a dizer que o risco é maior. E se alguém “pegar o seu celular”? Mas não já existem “seguros que cobrem eventuais perdas”? Certo mesmo é que, com a economia em frangalhos, muita gente não pensa duas vezes em contrair um empréstimo ou usar por completo o limite do cartão dos bancos digitais. Mas e em quem confiar? Confiança plena apenas no Senhor que fez os céus e a terra. Muito cuidado. Vida financeira organizada é coisa de bom cristão, diz permanentemente o teólogo João Calvino em seus escritos. Mas como se organizar se o fluxo contínuo de contas não cessa de chegar? A cada mês, novos “cortes de gastos”. É a vida!
Em quem confiar? Dinheiro gera dinheiro. Vida organizada evita transtornos. Tenha somente um botijão de gás ou apenas um carro para ver o que acontece. Quando se tem mais de uma coisa, a tendência é fluir estabilidade, costumam dizer ainda hoje os jesuítas. O gás demora a faltar. O carro dificilmente “quebra” e assim sucessivamente. Mas e a vida como ela é? Há vários provérbios que permeiam esses aspectos. Um deles é: quem pode, pode; quem não pode, se sacode. É, mas pimenta nos olhos dos outros também não é refresco. Certo mesmo é que quem tinha um carro, não podendo comprar outro, adquiriu uma moto; e, quando não dá para usar o carro, usa-se a moto. Forma de economizar um pouco de dinheiro. Mas o risco não aumenta? Depende de quem vai conduzir as formas de se locomover. Se for alguém prudente, tudo vai se acomodando e reorganizando o orçamento. Enquanto isso, é gasto para tudo quanto é lado na questão pública? É o que o povo está cada vez mais a dizer, não apenas de forma individualizada, mas agora também de forma pública. A conversa chegou às mesas dos bares e lanchonetes, restaurantes, igrejas etc. Epa! Isso não é coisa gerada pelas guerras?
Em quem confiar? Nas informações manipuladas por questões ideológicas e proliferadas aos domingos nos mais diversos lugares? Na “banda podre” da mídia ainda impressa e cada vez mais digital? O início da semana é algo evidente, e quanto mais positividade for transmitida, melhor. Janeiro, fevereiro e março são meses de sufoco. Quem sobrevive a esses meses costuma sobreviver a todo o ano? Depende também de quem e de como a pessoa se organiza. Existem pessoas que jamais fazem compras em novembro, dezembro e janeiro. E costumam dizer que os melhores meses para economizar são os três primeiros do ano. Aula de economia no início da semana? A vida é dura. A vida não é brincadeira. E não tem essa de “deixa a vida me levar”. Viver requer organização, principalmente financeira. Como um país se desenvolverá com a desestruturação de suas contas públicas? O mesmo acontece dentro das famílias. Família organizada, vida organizada, dizem os presbiterianos. Mas e em quem confiar? Qual o seu primeiro ato ao acordar? Os reformados, ao acordar, clamam a Deus em gratidão e, em seguida, pedem proteção. Consequentemente, as vidas refletem o que buscam. Confie no Senhor que fez os céus e a terra. Ansiedade não faz bem a ninguém.
Alguém lhe empenhou a palavra? Não reclame. Espere em Deus que as palavras serão cumpridas. Deus tudo providenciará!
Mín. 23° Máx. 32°