
No Brasil? Econômica e politicamente? O certo mesmo é que não é tão simples assim. Quarenta e três membros das forças de segurança do Irã já foram mortos até o momento. Números de guerras são sempre algo a ser analisado. O que são precedentes? É bom lembrar que o Irã é 85 vezes maior do que o Estado de Israel territorialmente.
Precedentes são decisões ou atos anteriores que servem de modelo, guia ou regra para casos futuros semelhantes. Significa “o que vem antes”, antecedendo situações parecidas e funcionando como referência ou parâmetro.
Israel e os Estados Unidos da América representam o mundo civilizado, o mundo judaico-cristão. Não se trata de celebrar a morte de ninguém. Eis a realidade dos fatos e acontecimentos. Essa guerra promete? O Irã é forte, já atacou cerca de oito países. Ninguém pode subestimar a força iraniana. O mundo civilizado esteve constantemente ameaçado pelo regime iraniano, que existe há mais de quarenta anos. Liberdade de expressão e direitos fundamentais são os pilares das nações civilizadas.
Israel acaba de convocar 100.000 (cem mil) reservistas. Isso significa que não será uma guerra rápida ou de apenas alguns dias? Depende do comportamento iraniano.
Guerra sem precedentes? Israel vinha sendo atacado constantemente. O preço de não atacar o Irã neste momento seria correr o risco de ter de 6.000 a 8.000 (informações reveladas por um alto oficial das forças israelenses ao SBT News) mísseis atacando Israel ao mesmo tempo. Israel não teria como se defender das fábricas de mísseis que estavam em construção.
O que, de fato, os líderes iranianos desejam há muito tempo é simplesmente varrer Israel do mapa-múndi. O ataque de Israel, com a coordenação dos Estados Unidos da América, já estava sendo preparado há vários meses. O Estado de Israel não tem sequer fronteira com o Irã, mas o regime que governa o país fazia “fronteira” com Israel por meio de seus “grupos terroristas” posicionados bem próximos ao território israelense. Isso simplesmente era inadmissível.
Há 40 anos o Irã vinha “gritando morte ao Estado de Israel e aos israelenses”. Afinal, o que é Israel? Sinônimo de desenvolvimento, liberdades, tecnologias de ponta, progresso e respeito aos direitos humanos.
Já imaginaram se o Irã tivesse capacidade nuclear neste momento? Você acredita que já não teria lançado essas bombas contra Israel? Você crê que líderes religiosos do Irã pensariam duas vezes antes de utilizá-las?
O que, de fato, significa Israel? Israel representa, fundamentalmente, o povo judeu, sua conexão ancestral com uma terra específica e a identidade religiosa/bíblica baseada na aliança com Deus. Historicamente, é o nome dado ao patriarca Jacó e, posteriormente, à nação formada por seus descendentes.
O termo hebraico Yisrael evoca “lutar com Deus” ou “príncipe de Deus”. ISRAEL representa persistência, fé e promessa divina. Historicamente, também simboliza a terra prometida, a “terra ancestral” do povo judeu, com presença ininterrupta ao longo da história. Representa a descendência de Abraão, Isaac e Jacó.
Fundado em 1948, o Estado de Israel representa o retorno à soberania, a autodeterminação do povo judeu e um centro cultural e religioso. Além de tudo isso, é a representação moderna e contemporânea do que deveria ser um Estado. Israel é uma identidade multifacetada que une povo, fé e terra, representando um pacto histórico e a continuidade judaica.
Em suma, o Irã ultrapassou todos os limites esperados. O Irã vinha simplesmente postergando (ganhando tempo) para produzir armas suficientes para a destruição completa de Israel. Alguns analistas chegam a se perguntar se somente Israel e os Estados Unidos poderão “esmagar o regime iraniano de forma rápida”.
Vale a pena lembrar que o Irã está acostumado a travar guerras longas. O conflito vai ou não demorar? Depende de quais fatores? Como se comportará o mercado petrolífero durante todo o período em que durar esta guerra?
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