O que é isso mesmo? Proteção, amparo, patrocínio. Exemplo: agir sob a égide da lei (amparado pela lei). Muitos devem ter acabado de pensar: vivemos sob o amparo de Deus? Será mesmo? Você é do tipo que, quando sai de casa, confia no carro novo, com seguro total, e não anda somente com um, mas até mesmo com dois estepes? Isso é cuidado e é, de fato, importante (lógico que é, e todo homem prevenido realmente se cuida), mas o contexto analítico aqui é outro.
Você já pensou em quem anda sem nenhum tipo de segurança todo santo dia? E são milhões! Você já ouviu falar sobre Nietzsche? Depois desse nobre homem, o mundo nunca mais foi o mesmo! O mundo passou a viver (em sua regência) pela descrença. É latente a verdadeira divisão: de um lado, os que ainda creem e regem a sua vida por Cristo Jesus, Deus; e, do outro, os defensores da morte de Deus!
Vivendo sob qual égide?
Os que acreditam que Deus está morto cercam-se de tudo quanto é segurança. Existem alguns que jamais imaginam até mesmo serem capazes de andar sozinhos e simplesmente guiar seu carro. Precisam estar sempre com alguém ao lado ou até mesmo mais de uma pessoa. No subconsciente ou consciente, chegam a ter a certeza de que, agindo sempre assim, jamais ficarão pelo meio do caminho.
Há até mesmo a categoria dos pertencentes a “instituições protetoras”. Esses creem que, pertencendo a uma determinada organização, seja ela secreta ou até mesmo pública, estarão sempre protegidos e nada os atingirá. E, se por acaso algo os atingir, imediatamente terão como sair daquela situação em que se envolveram momentaneamente.
Isso tudo é fruto de quê? Do niilismo? A sensação de que Deus está morto causa grande medo, e os materialistas procuram cercar-se cada vez mais de segurança financeira e material? Muitos já não possuem uma só casa, mas duas. E assim tudo sucessivamente!
Vivendo sob qual égide?
A de Deus, que significa esperança, entusiasmo, coragem e ambientes saudáveis e sinceros, onde se sabe que a segurança advém de Jesus Cristo, Deus, através de verdadeiros irmãos e irmãs? Ou você anda vivendo sob a égide do medo, do desespero, da inveja, da cobiça, dos ciúmes etc. e tal?
Nada contra os defensores do niilismo, mas viver sob a égide do medo não é vida! Antes de conhecer as teorias da filosofia pós-moderna e contemporânea, que tal dar uma olhada na vida e em como viveu quem produziu tais teorias?
Friedrich Nietzsche (1844–1900) foi um influente filósofo, filólogo e crítico cultural alemão do século XIX, renomado por questionar profundamente a moralidade tradicional, a religião cristã e a racionalidade ocidental. Conhecido como o “filósofo do martelo”, criticou a cultura decadente e introduziu conceitos fundamentais como vontade de poder, super-homem, além de ter cunhado a expressão “Deus está morto”.
Qual o significado de cunhar? Tornar evidente, notável; evidenciar! Friedrich Nietzsche faleceu em 25 de agosto de 1900, aos 55 anos, em decorrência de uma pneumonia, após anos de declínio cognitivo, demência profunda e acidentes vasculares cerebrais (AVCs). Deus deu o livre-arbítrio a fim de não interferir nas escolhas humanas? Certo mesmo é que, em um mundo que valoriza tanto o pragmatismo, não seria até mesmo uma questão de lógica buscar aquilo que lhe proporcionará uma melhor qualidade de vida?
Deixem os cristãos em paz! Muitos deles fazem proselitismo, mas a grande maioria gosta da concórdia e da serenidade. Nunca se percebeu tanta perseguição aos cristãos quanto no século XXI. Muitos chegam a dizer que nem mesmo na Igreja primitiva havia tanta ojeriza e pavor aos cristãos.
Vivam sob a égide que escolheram e respeitem os cristãos!