Antigamente não era assim? Começava pela Folha de S.Paulo, depois ia para o jornal O Estado de S.Paulo, posteriormente Veja e O Globo. E agora, depois da internet? Metrópoles e Poder360. A mídia nova, todos os dias, está furando a bolha e deixando a velha mídia pra trás. Então, os olhares agora são de trás pra frente. E a tendência é que cada vez mais sites e portais ganhem espaço e audiência.
E tem mais: sites e portais que apenas colocam matérias já postadas em outros lugares, a tendência é não ir a lugar nenhum. O público atual é exigente e gosta cada vez mais de textos realmente produzidos e sem nenhuma ajuda de inteligência artificial. Olhar de trás pra frente não é algo pejorativo; é um simples jargão para enfatizar que ninguém mais acredita em quem imagina — ou vai continuar imaginando — que o público simplesmente aceita o que é postado, noticiado ou enfatizado. É século vinte e um, pessoal. Novos olhares são bem diferentes!
Olhando de trás pra frente? É um olhar de “águia”, e não no sentido animal, mas de raciocínio. A percepção sobre fatos e acontecimentos cada vez mais se modificará. Até mesmo o jeito de escrever vai se aperfeiçoando. E qual o segredo? Jamais deixar alguém escrutinar ou perceber a forma ou o jeito de escrever e contar histórias. Nos bastidores do mundo político, nem sempre tudo pode ser dito de forma clara e evidente.
O leitor moderno percebe de imediato os interesses por trás de uma batida só. Críticas são benéficas, mas somente críticas podem cair em algo redundante, e o mesmo já está ocorrendo do lado oposto do bom jornalismo. Há lugares em que é perceptível a linha editorial. Bater e bater sem piedade e de forma constante? Pelo contrário: é o afagar, de forma a não mais noticiar, mas simplesmente relatar fatos e acontecimentos de acordo com a ótica governamental. Afinal, quem “paga a folha funcional mensal”? Aí é que mora o perigo de “receber verbas governamentais”. Mas quem liga pra isso? Bons leitores, sábios e inteligentes, pessoas de credibilidade, com nomes construídos e que possuem idoneidade!
Olhando de trás pra frente? Até mesmo as TVs por assinatura estão despencando. Busque as pesquisas mais recentes sobre esse setor. O streaming avança de tal forma que as famílias brasileiras, após chegarem da missa ou do culto pela manhã, o que costumam fazer à tarde? Veem bons filmes e séries. E tem mais: uma só Smart TV conectada a qualquer streaming não significa, necessariamente, somente uma pessoa assistindo; quase sempre são duas ou mais sintonizadas.
Estranho um artigo afirmando olhar de trás pra frente? Refere-se especificamente ao modo atual de dar uma geral no noticiário. A forma mudou. O que, não muito distante, eram os primeiros a serem verificados agora são os últimos, e o tempo de leitura na antiga mídia somente tende a despencar cada vez mais. Citamos apenas dois exemplos, em nível nacional, de crescimento cada vez mais acentuado e enfatizado. Metrópoles e Poder360 impulsionam também sites e portais regionais a continuarem fazendo a diferença.
No estado do Piauí, não havia uma ou duas emissoras de rádio e TV que eram hegemônicas? No imaginário popular, também deixaram de ser notícia “à boca pequena”. O comentário agora é o quê? “Vixe Maria, saiu em X e Y; é sinal de que tem ‘dedo governamental’.” O olhar de trás pra frente cresce a cada dia!
