Se você é um bom observador, está a perceber que as pessoas andam com muito medo. Alguns já não possuem nem mesmo a coragem de sair de suas casas para resolver as mínimas coisas costumeiras. E qual a razão de tudo isso? Seriam os contínuos golpes em que as pessoas estão caindo ou a cair? Certo mesmo é que, bom observador leitor, os nervos de muitas pessoas andam “à flor da pele”. E, por onde você anda, encontra viaturas policiais! A polícia tem feito sua parte; o contexto de análise dos medos é em outro sentido.
Existem provérbios muito populares sobre isso. Tipo: de que adianta “correr” atrás de dinheiro ou cursos superiores e, posteriormente, perder a saúde? O povo tem sua sabedoria, e os mais sábios costumam dizer coisas com lógica e sentido! “Ninguém encontra tempo pra Deus, pra uma boa caminhada ou corrida, mas sempre tem tempo pra tudo quanto é outra coisa”; é mais um dos provérbios populares que merecem respeito e muita atenção.
Consequentemente, o “correr demasiadamente” atrás de dinheiro e respeitabilidade acadêmica termina provocando, em muitas pessoas, a falta de repouso adequado, a ausência do descanso recomendado e, por fim, os vícios desenfreados em busca de mais energia e disposição. E tudo isso gera medo constante? O medo contínuo?
O medo de cada dia?
Você, bom amigo leitor, deve presenciar diariamente pessoas relatando medos ou falando sobre praticamente tudo que evidencia medo. A boca não costuma “falar” o que o coração sente? Às vezes você sai de sua casa para um culto ou missa e o que encontra? Muitas vezes, ambientes que geram medo; inclusive a partir do momento de estacionar o seu carro, comprado com tanto sacrifício e economia. Muitos chegam a dizer que hoje somente frequentam Igrejas Católicas ou Templos Evangélicos se houver estacionamento seguro e confiável.
Existe tormento maior do que estar em um ambiente e não conseguir se concentrar, pensando no que pode acontecer com seu veículo ou com alguém da sua família? Religiosos dignos, que pensam mais nos fiéis do que em “certas economias”, projetam, nos dias atuais, igrejas ou templos com estacionamento seguro e agradável. Costumamos frequentar ambientes em que, de longe, sentimos um clima de harmonia, conforto e segurança! Junta diaconal agradável e presbíteros educados, que realmente transmitem a todos que estamos, de fato, em um verdadeiro lugar de cristãos.
O medo de cada dia?
Está até mesmo nos condomínios fechados, em conjuntos habitacionais de apartamentos ou residências. Quem, em sã consciência, hoje em dia abre a sua porta sem antes perguntar de quem se trata e ver, através de uma câmera, quem está do lado de fora? Atender telefone: alguém ainda se atreve a atender se não for de um familiar próximo? E responder ao WhatsApp? Alguém ainda tem a audácia de enviar uma mensagem que não seja encaminhada a alguém? O risco de as fotos não serem “verdadeiramente das pessoas” é altamente preocupante, dizem alguns especialistas renomados.
Em suma, o medo de cada dia é fruto de quê? Do anseio de conseguir, a qualquer custo, algum dinheiro, seja de que forma for? Certo mesmo é que dinheiro não “nasce em árvores”, e ninguém de bem anda acumulando patrimônio elevado de uma hora para outra. Quem, nos dias atuais, ainda tem a audácia de usar relógios ou verificar o celular em locais que não sejam adequados e completamente seguros? Nossa Senhora!
Frases relevantes:
“Nada inspira mais coragem ao medroso do que o medo alheio.” – Umberto Eco. “Todos os homens têm medo. Quem não tem medo não é normal; isso nada tem a ver com a coragem.” – Jean-Paul Sartre. “A coragem conduz às estrelas, e o medo à morte.” – Sêneca. “Devemos construir diques de coragem para conter a correnteza do medo.” – Martin Luther King. “A vida é maravilhosa se não se tem medo dela.” – Charles Chaplin