
O Linux Mint 22.3, batizado de “Zena”, já está disponível na versão final e chega como mais um passo de aprimoramento da distribuição. O sistema mantém a base do Ubuntu 24.04 LTS e o kernel Linux 6.14, garantindo suporte atualizado a processadores AMD Ryzen AI, chips Intel e plataformas Qualcomm Snapdragon. Por fazer parte da mesma série das versões 22.1 e 22.2, a proposta não é revolução, mas ajustes finos e mais estabilidade.
O principal destaque é o desktop Cinnamon 6.6. O menu de aplicativos segue o modelo de três colunas, mas ganhou melhorias visuais e funcionais. Agora, o avatar do usuário e os aplicativos favoritos aparecem de forma mais organizada, sem repetir atalhos já fixados na área de trabalho. Os ícones das categorias ficaram mais discretos, com visual monocromático, o que melhora a leitura e a adaptação a diferentes resoluções de tela. Também ficou mais fácil personalizar o menu, como mudar a posição da busca ou trocar o estilo dos ícones.
O gerenciador de arquivos Nemo também recebeu ajustes importantes. A busca agora aceita expressões regulares para localizar arquivos, algo que antes funcionava apenas no conteúdo interno. Além disso, o usuário pode pausar e retomar transferências, como cópias para pendrives, e acessar mais rápido funções como divisão da tela e criação de modelos de arquivos.
Outras melhorias pontuais completam o pacote. O aplicativo Hypnotix esconde o cursor em tela cheia, o gerenciador de atualizações avisa quando é necessário reiniciar o sistema, o suporte a layouts de teclado foi ampliado e o mintbackup ganhou um botão para incluir tudo de uma vez. O Linux Mint 22.3 pode ser baixado no site oficial nas versões Cinnamon, Xfce e Mate. Por ser LTS, o sistema terá suporte garantido até 2029.
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