
Quem ainda a enfatiza?
O quê? O significado de honestidade? Honestidade é a qualidade de ser verdadeiro, justo e íntegro, agindo com retidão, sem mentir, enganar ou fraudar, mesmo quando ninguém está olhando; sendo sincero consigo mesmo e com os outros, o que gera confiança e fortalece relacionamentos, promovendo paz interior e ambientes saudáveis.
A honestidade está se tornando algo cada vez mais raro? Encontrar homens honestos está ficando igual a procurar “agulhas no palheiro”? Mas o que é isso mesmo? “Agulha no palheiro” significa algo muito difícil ou impossível de encontrar, tanto pela pequena probabilidade de sucesso quanto pela natureza da tarefa. A expressão é uma metáfora que compara a dificuldade de achar um objeto pequeno e afiado (a agulha) em um grande monte de material seco e fibroso (o palheiro).
Preste atenção no que a honestidade gera — paz interior e ambientes saudáveis! Você já reparou que, em muitas igrejas, as pessoas, ao se levantarem, deixam os celulares e suas bolsas no "banco"? Isso transmite honestidade e confiança! Quem observa isso, o que sente em um primeiro momento? Que essas igrejas possuem ambientes saudáveis!
Outro aspecto que enfatiza a honestidade: você está em um grande evento, religioso ou não, e de repente alguém anuncia ao microfone: “Quem perdeu uma carteira com todos os seus documentos, cartões e dinheiro em espécie, fique tranquilo, pois a organização do evento a encontrou. Por favor, venha buscar a sua carteira!”. O que esse gesto demonstra? Que as pessoas que organizaram o evento são honestas. O que isso transmite a quem ouve aquele anúncio? A certeza de que todos estão em um ambiente honesto, seguro e saudável.
Surpreendeu-se com o teor do Artigo? Será que algum “cético” imaginou que seria enfatizado apenas o quanto existem desonestos neste mundo? Honestidade não é apenas uma construção, mas um conjunto de valores que ressalta a importância dos homens bons na sociedade! O contexto aqui não é de julgamentos, mas de ênfase construtiva!
Honestidade… quem ainda a enfatiza?
Comece a observar se, no meio em que você frequenta ou vive, costuma ouvir coisas do tipo: “Isso não tem problema não, afinal de contas todo mundo faz isso…”, ou: “Está perplexo com o que viu? Esquece isso, é apenas uma coisa pequena…”. É século XXI, mas o que diz a Sagrada Escritura sobre quantidades? Algum dia passou pela sua cabeça que os Dez Mandamentos são relativos? Muito cuidado, pois não foram, não são e jamais serão. Opa, olha aí uma expressão que anda em voga: relativizar! O quê e quais termos? Já ouviu alguém que convive em seu meio social dizer coisas do tipo: “Expressões como ‘nunca’ e ‘jamais’ você deve evitar, pois algo pode acontecer com qualquer um, afinal todos não são pecadores?”. Está vendo como a questão é muito séria?
Qual o primeiro passo para uma “corrupção sistêmica”?
Vixe Maria, mas o que é mesmo isso? Corrupção sistêmica é quando a corrupção deixa de ser um ato isolado e se torna parte orgânica e estrutural do funcionamento de instituições públicas e privadas, infiltrando-se em diversas esferas do governo, empresas e até da sociedade civil. Ela se torna uma regra (e não exceção) para a alocação de recursos, poder e privilégios, envolvendo conluio político-empresarial e gerando um ciclo de impunidade e desconfiança.
Está vendo o contexto e a importância da ênfase em valores? Um dos principais, para o excelente funcionamento desenvolvimentista de uma sociedade organizada, é a HONESTIDADE. E honestidade independe de classe social. Além de não cometer a “loucura de descumprir as leis”, as pessoas honestas honram a Cristo Jesus; DEUS!
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