
Por Josenildo Melo
Eita, nobre Brasil!
É com essa expressão que muitos começam o dia, especialmente quando as primeiras manchetes dos portais Metrópoles e Poder 360 trazem relatos inimagináveis. Fazendas, apartamentos, carros de luxo, entre outros bens, são comprados todos os dias e, aparentemente, ninguém se importa mais com isso. A pergunta que fica é: o que fazem com tanto dinheiro?
A novidade, agora, é a construção constante de pistas de pouso. Isso significa que estão evitando, a todo custo, os aeroportos oficiais do país? Será que não existem coisas boas acontecendo? Claro que sim! No entanto, a velha mídia parece insistir em relatar apenas fatos políticos. Não seria esse o conteúdo que traz “dividendos aos donos da antiga mídia”?
Enquanto isso, milhares de freiras e irmãos estão cuidando de doentes, padres e pastores, capelães oferecendo apoio espiritual, em clínicas e hospitais que, diga-se de passagem, foram construídos e mantidos por doações de fiéis e investimentos das próprias igrejas e instituições que acreditam no ser humano.
Eita, nobre Brasil! Um excelente portal de notícias compartilhando links de outros portais? Não são esses que estão realmente fazendo a diferença no cenário nacional. Em Brasília, por exemplo, já faz tempo que um jornal de grande circulação foi desbancado. Estamos no século XXI, pessoal, e os tempos mudaram! Informação direcionada não faz mais diferença. O conteúdo diferenciado, aquele que realmente fideliza leitores e admiradores, é o que tem destaque. Afinal, o que adianta simplesmente repostar notícias que já foram publicadas em outros veículos? A criação original de conteúdos, além de ser mais interessante, influencia até nos algoritmos que determinam o que será mais lido.
Para gerar conteúdo de qualidade, é necessário estudo, leitura e dedicação. Precisa-se investir horas e mais horas para aguçar o pensamento. E quem é verdadeiramente humilde pede a Deus que continue lhe concedendo o poder da escrita. Escrever é uma arte, e na arte de escrever, é necessário fazê-lo com juízo e lucidez.
Eita, nobre Brasil! Todos os dias, milhões de pessoas acordam cedo, saem para trabalhar ou estudar, com a esperança de um futuro melhor. Elas se esforçam e se expõem às dificuldades da vida, sempre buscando algo mais. Muitos, antes de sair, pedem a proteção divina. E, mesmo que alguns não acreditem, é essa fé que mantém os trabalhadores e estudantes honestos de pé.
Falando nisso, quando a sociedade observa o desejo de acúmulo de poder através de bens materiais, o que pensa? É isso que realmente acreditam? Em Brasília, se costuma dizer que poder e bens materiais são dissociados. No entanto, muitos que vieram das classes menos favorecidas parecem esquecer o passado e teimam em acreditar que dinheiro e bens materiais sustentam o poder. Ledo engano. O refinamento cultural e a postura digna ainda ocupam posições de destaque, não só em Brasília, mas em várias regiões onde, de fato, existem as elites, em qualquer âmbito.
Um cardeal, bom amigo meu, costuma dizer que, em meia hora de conversa, consegue perceber se a riqueza de uma pessoa foi construída com esforço ou simplesmente “comprada”. Ele brinca que as rodas de conversa na Itália giram de uma ótica bem diferente.
Eita, nobre Brasil! O que te espera em 2026? O mais do mesmo ou o renovamento das esperanças? "O futuro a Deus pertence", dirá um “fanático”. Mas será que a soberania divina também depende da ação humana? Deus é Deus, claro. Há um provérbio puritano que diz que Deus costuma “ouvir prioritariamente os clamores de seus eleitos”. Acredite em Deus, ore para que seja feita a Sua vontade, não a sua. Deus sabe o que é melhor!
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