
A aposentadoria do Windows 10 em outubro de 2025 abriu uma fuga em massa para o Linux. Sem querer descartar máquinas ainda boas, muita gente passou a buscar alternativas mais leves e com suporte prolongado. Nesse movimento, o Zorin OS 18 virou o grande destaque do momento. A distribuição atingiu 1 milhão de downloads em apenas cinco semanas, e mais de 78% dessas instalações vieram diretamente de PCs que antes rodavam sistemas da Microsoft, uma migração que mostra como o Linux deixou de ser território apenas de especialistas.
A principal dúvida de quem abandona o Windows sempre foi a adaptação. O Zorin OS tenta resolver isso com uma interface familiar, bem parecida com a do próprio Windows, além de integração nativa com serviços como OneDrive. Assim, o usuário mantém o mesmo fluxo de trabalho, sem aquele choque visual que afastava muita gente do Linux no passado. A compatibilidade de software também melhorou: o sistema facilita o uso de PWAs, como Office 365, Google Docs e Teams, e ainda traz camadas prontas de Wine para rodar programas antigos do Windows.
Outro ponto que tem derrubado preconceitos é o suporte a jogos. A evolução da camada Proton, criada pela Valve, permitiu que centenas de títulos populares do Windows rodem no Linux com desempenho surpreendente. Isso abriu o caminho para que muitos jogadores, que antes dependiam totalmente do ecossistema da Microsoft, começassem a testar distribuições como o Zorin OS sem medo de perder suas bibliotecas.
Com máquinas consideradas “incompatíveis” pelo Windows 11, mas ainda plenamente funcionais, a busca por sistemas mais leves virou tendência. O Zorin OS 18 é uma versão LTS, com suporte garantido até 2029, e tem se apresentado como uma rota segura, gratuita e prática. No fim das contas, enquanto a Microsoft tenta empurrar o Windows 11, uma fatia crescente do mercado já decidiu explorar novos caminhos e o Linux, enfim, virou uma alternativa real para o grande público.
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