
Uma votação realizada pela Comissão Federal de Comunicações (FCC), órgão regulador das comunicações nos Estados Unidos, pode resultar na proibição da importação e venda de drones e outros equipamentos da DJI no país. A decisão, tomada de forma unânime, busca “fechar brechas” na lista de dispositivos considerados um risco à segurança nacional, e inclui tecnologias que utilizam radiofrequência, caso dos drones da marca chinesa.
Se as novas regras avançarem, a FCC poderá impor proibições futuras e até retroativas, afetando tanto produtos recém-lançados quanto modelos já à venda nos EUA. A medida lembra o que ocorreu com a Huawei, também classificada pelo governo americano como ameaça à segurança. Além da DJI, o governo avalia ainda uma proibição separada envolvendo roteadores da TP-Link.
A iniciativa surge no momento em que o governo dos Estados Unidos solicitou uma auditoria completa dos produtos da DJI até o fim do ano. Caso essa auditoria não seja concluída, a empresa pode ser automaticamente incluída na lista de restrições prevista pela Lei de Autorização de Defesa Nacional, o que, na prática, proibiria a venda de seus drones no país. Apesar disso, a empresa afirma estar há mais de dez meses aguardando o início formal do processo de auditoria.
Em declaração à CNET, Adam Welsh, diretor de políticas globais da DJI, criticou o movimento da FCC e afirmou que a inclusão da empresa em uma lista de proibições “sem evidências de irregularidades ou possibilidade de defesa” seria injusta. Ele destacou que a DJI já se mostrou aberta à auditoria diversas vezes. Enquanto isso, o mercado observa com atenção os próximos passos, já que a empresa lidera há anos o segmento de drones nos EUA, justamente o país que agora ameaça barrar seus produtos.
WALL STREET OpenAI recua e pode adiar estreia na Bolsa para buscar avaliação de US$ 1 trilhão
CONTAS NÃO FECHAM? Desespero da velha mídia?
MOTO ELÉTRICA Vammo aposta na popularização das motos elétricas e coloca 200 unidades à venda Mín. 23° Máx. 32°