
Onze cartões da Presidência da República já torraram R$4,3 milhões em menos de um ano. Tudo sob o véu da “segurança nacional”, que mantém os detalhes dos gastos escondidos do contribuinte. Segurança de quem? Do povo não é.
O Ministério da Justiça é campeão nesse descontrole: sozinho, já consumiu R$22 milhões em gastos espalhados por inacreditáveis 362 cartões. Uma farra institucionalizada, paga com suor de quem enfrenta fila, imposto e salário corroído pela inflação.
E não se trata de novidade. No segundo governo Lula, o então ministro Orlando Silva ficou marcado pela farra no cartão: hotéis, restaurantes e até uma tapioca entraram na conta do contribuinte. Hoje deputado do PCdoB, virou símbolo do desrespeito com o dinheiro público.
A pergunta que é: em que exatamente estão torrando milhões? Viagens de luxo? Jantares secretos? Regalias inconfessáveis? O governo não esclarece, não justifica e não abre as contas. Quando a transparência some, cresce a suspeita de que o abuso é regra, não exceção.
Enquanto isso, o cidadão comum aperta o cinto, corta gastos e paga cada vez mais caro por um Estado que não devolve em serviços a fortuna que consome. A farra dos cartões corporativos é a prova viva de que Brasília vive em outro planeta.
No fim, o governo Lula mostra mais uma vez a face de sempre: gastar sem limites, esconder informações e tratar o dinheiro público como se fosse dinheiro de bolso. O contribuinte paga, o governo gasta, e a conta da farra nunca fecha.
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