
O Nubank enviou um comunicado a seus clientes chamando atenção para um golpe que vem crescendo nos últimos meses: o do falso advogado. Criminosos se passam por profissionais da área jurídica, usam informações de processos reais e chegam a apresentar documentos falsificados para convencer vítimas de que têm valores a receber em ações judiciais.
O golpe funciona com a exigência de um pagamento antecipado — apresentado como “taxa de desbloqueio”, “emolumentos” ou “imposto IVA” — para liberar o suposto valor da decisão judicial. Após a transferência, geralmente feita via Pix ou depósito, os golpistas desaparecem. Em alguns casos, os prejuízos chegaram a R$ 50 mil.
Segundo a Polícia Civil de São Paulo, os criminosos acessam dados de processos, alguns disponíveis publicamente e outros obtidos de forma irregular, para dar credibilidade à fraude. Dessa forma, conseguem se passar não apenas por advogados, mas também por escritórios legítimos que representam clientes em ações verdadeiras.
Para se proteger, o Nubank orienta: nunca fazer pagamentos adiantados, desconfiar de pedidos urgentes de transferência e sempre verificar a autenticidade do advogado ou escritório no site da OAB. A instituição reforça que profissionais sérios não cobram taxas antecipadas para liberar valores de processos judiciais.
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