
A China sediou, entre 15 e 17 de agosto, a primeira edição dos Jogos Mundiais de Robôs Humanoides. O evento, realizado no National Speed Skating Oval, em Pequim, reuniu mais de 500 robôs de 280 equipes de 16 países, incluindo o Brasil. As provas variaram de esportes como corrida, salto em altura e futebol até tarefas funcionais ligadas a saúde e resgate.
Os organizadores destacaram que as disputas serviram como testes de sensores, articulações e algoritmos de tomada de decisão. Entre os destaques, robôs correram 1.500 metros, praticaram kung fu e até boxe. Apesar dos avanços, as falhas acabaram chamando atenção: muitos caíram em campo, colidiram com operadores e tropeçaram durante as provas. Ainda assim, equipes programaram mecanismos de recuperação automática, mostrando progresso em relação ao equilíbrio e locomoção.
Pesquisadores avaliaram os resultados como um marco. Segundo especialistas ouvidos pelo New York Times e pela Al Jazeera, há dez anos seria impensável que um robô conseguisse correr ou dar um salto, ainda que com tropeços. A empresa chinesa Unitree foi a grande vencedora, com 11 medalhas, incluindo a conquista nos 1.500 metros. O tempo de 6 minutos e 34 segundos ficou distante do recorde humano, mas mostrou o avanço da tecnologia.
Além de espetáculo, os Jogos funcionaram como vitrine para aplicações práticas, como transporte de suprimentos médicos, organização hospitalar e missões de resgate. O governo chinês anunciou ainda um fundo de 1 trilhão de yuans (cerca de US$ 139 bilhões) para impulsionar o setor de robótica, reforçando a meta de colocar o país na liderança mundial da inovação tecnológica.
Confira o vídeo a baixo:
WALL STREET OpenAI recua e pode adiar estreia na Bolsa para buscar avaliação de US$ 1 trilhão
CONTAS NÃO FECHAM? Desespero da velha mídia?
MOTO ELÉTRICA Vammo aposta na popularização das motos elétricas e coloca 200 unidades à venda Mín. 23° Máx. 32°