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Estrangulada: Tainá é morta em apartamento no Torquato Neto e primo continua foragido

Laudo confirma que jovem foi asfixiada; principal suspeito, o próprio primo, desapareceu após ser visto com a vítima

22/07/2025 às 19h00
Por: Douglas Ferreira
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Tainá foi porta por estrangulamento e o primo continua sendo o principal suspeito - Foto: Reprodução
Tainá foi porta por estrangulamento e o primo continua sendo o principal suspeito - Foto: Reprodução

Quem estrangulou Tainá da Silva Sousa? Por quê? E, sobretudo: onde está o primo que foi visto com ela horas antes de sua morte? Perguntas como essas ecoam desde a noite desta segunda-feira (21), quando a jovem, de apenas 22 anos, foi encontrada sem vida sobre a cama do quarto, em um apartamento no Residencial Torquato Neto, zona Sul de Teresina.

O laudo obtido nesta terça-feira (22) confirmou o que a cena já sugeria: Tainá foi morta por estrangulamento. Não houve acidente, não houve suicídio: alguém apertou seu pescoço até lhe roubar o ar e a vida. E esse alguém pode muito bem ser o primo, apontado pela polícia como o principal suspeito.

Visto com a vítima. E sumido desde então.

A jovem foi vista pela última vez no domingo (20), na companhia do primo, com quem teria passado o dia bebendo no apartamento. Desde então, ele também desapareceu. Não atende telefonemas, não voltou para casa, não se apresentou à polícia. Até o nome dele segue mantido em sigilo pelas autoridades.

Seria ele o assassino? Testemunha? Ou cúmplice de outra trama ainda mais sórdida? Por enquanto, a única certeza é que ele sumiu — um silêncio que fala alto para os investigadores.

Uma jovem conhecida por sua tranquilidade

Vizinha antiga do Residencial Torquato Neto, Tainá morava no apartamento há cerca de dez anos. Era descrita como uma moça tranquila, querida na comunidade. Uma rotina interrompida de forma brutal, na própria casa, onde todos acreditavam que ela estava segura.

E a polícia?

O caso é investigado pelo Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP) da Polícia Civil do Piauí. O laudo do Instituto Médico Legal foi a primeira peça desse quebra-cabeça sombrio, mas ainda faltam respostas: quem a matou? Por quê? E até quando o principal suspeito continuará livre?

Em meio à dor da família e ao medo da comunidade, fica a sensação incômoda de que a polícia corre atrás de um homem que já teve tempo demais para desaparecer. 

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