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Geral BONECA ANNABELLE

Investigador paranormal morre durante turnê da boneca Annabelle e reacende lendas sobre o artefato

A causa oficial da morte ainda não foi confirmada, mas não há indícios de envolvimento criminal.

18/07/2025 às 13h43
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Reprodução/Redes Sociais
Reprodução/Redes Sociais

O investigador paranormal Dan Rivera, de 54 anos, foi encontrado morto em seu quarto de hotel durante a turnê de divulgação da boneca Annabelle, uma das peças mais conhecidas do universo sobrenatural e popularizada pelos filmes de terror da franquia Invocação do Mal.

Rivera sofreu um mal‑súbito no domingo à noite e não resistiu, mesmo após tentativas de ressuscitação feitas por socorristas no local. A causa oficial da morte ainda não foi confirmada, mas não há indícios de envolvimento criminal.

A turnê, intitulada Devils on the Run Tour, aconteceu entre os dias 11 e 13 de julho na cidade de Gettysburg, nos Estados Unidos. Durante o evento, foi exibida a boneca Annabelle — um modelo Raggedy Ann que originalmente pertenceu aos famosos investigadores Ed e Lorraine Warren. Eles afirmavam que a boneca era possuída por um espírito malévolo desde a década de 1970. No decorrer da turnê, a réplica da boneca foi usada para palestras, exibições e interações com o público, sempre seguindo rígidos protocolos de segurança, incluindo o uso de luvas e orações de proteção.

Apesar da proximidade com o artefato, a polícia confirmou que a boneca não estava presente no quarto de hotel onde Dan Rivera foi encontrado morto. Mesmo assim, o episódio reacendeu nas redes sociais teorias e discussões sobre uma possível maldição associada à boneca Annabelle, especialmente em função de tragédias anteriores envolvendo o objeto, como o incêndio na exposição da Warner no Rio de Janeiro em 2023, que teve grande repercussão no Brasil.

A New England Society for Psychic Research (NESPR), entidade à qual Rivera estava vinculado, divulgou uma mensagem de pesar em suas redes sociais, descrevendo o investigador como um profissional “gentil, compassivo e apaixonado”, cuja missão era educar o público sobre fenômenos paranormais com base na fé e no respeito às histórias que investigava. A NESPR afirmou que pretende dar continuidade aos eventos planejados, em homenagem ao legado deixado por Dan Rivera.

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