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Polícia O FATOR SURPRESA

Quando o feitiço vira contra o feiticeiro: assaltante surpreendido morre durante crime em Timon

Quadrilha tentou assaltar motorista por app, mas foi surpreendida por tiros; um foi preso e dois apreendidos 

02/03/2025 às 19h04
Por: Douglas Ferreira
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Assaltante é morto em reação ao assalto por terceiro não identificado - Foto: Reprodução
Assaltante é morto em reação ao assalto por terceiro não identificado - Foto: Reprodução

Desta vez, o fator surpresa jogou contra os criminosos. O que era para ser mais um assalto a um motorista por aplicativo se transformou em um desastre para os bandidos. No final das contas, um deles acabou morto, e os comparsas foram parar atrás das grades.

O que aconteceu?

Na tarde deste domingo (2), no Conjunto Padre Delfino, em Timon (MA), quatro assaltantes solicitaram uma corrida por aplicativo. Tudo seguia conforme o roteiro clássico do crime: em determinado momento, eles anunciaram o assalto e renderam o motorista para levar o carro. O que eles não esperavam era que o destino lhes reservava um plot twist digno de filme de ação.

O assalto frustrado

O grupo anunciou o roubo na Rua Caneleiro, acreditando que teria controle total da situação. Mas, antes que pudessem comemorar, tiros foram disparados contra eles. Um dos assaltantes, identificado como Alexandre, de 21 anos, foi atingido e morreu no local. O atirador, até então desconhecido, estava no momento exato e no lugar certo para acabar com a festa dos criminosos.

E os outros comparsas?

Os três cúmplices de Alexandre tentaram fugir, mas a Polícia Militar foi acionada e capturou o trio logo em seguida. O 11º Batalhão de Polícia Militar de Timon confirmou que a quadrilha já era reincidente no crime, com passagens anteriores. Para piorar a ficha criminal, dois dos detidos são menores de idade. Esses foram na verdade apreendidos pela polícia.

Entre os outros integrantes da quadrilha dois são menores e foram apreendidos - Foto: Reprodução 

Quem atirou?

A grande questão agora é: quem foi o responsável pelo tiro fatal? A Polícia Civil do Maranhão investiga se o autor dos disparos era um agente de segurança pública fora de serviço ou um morador que decidiu intervir. Independentemente da identidade, o fato é que, dessa vez, a bandidagem saiu no prejuízo.

E agora?

A polícia segue com a investigação para esclarecer todos os detalhes do caso, mas uma coisa é certa: essa foi uma história em que o crime definitivamente não compensou. Nessas hora o atirador fica com receio de aparecer e ter complicações com a justiça, mas desde que a arma seja registrada o ato pode ser enquadrado como 'legítima defesa de outrem" (situação em que alguém usa moderadamente meios necessários para repelir uma agressão injusta contra outra pessoa).

Moral da história? Às vezes, a surpresa vem de onde menos se espera – e para os assaltantes, foi uma surpresa nada agradável.

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