
O movimento do atual governo brasileiro é um simples movimento? O regime tende a aprofundar o contexto ideológico e isso passa a se tornar um precedente muito perigoso. Já estão falando nos bastidores dos poderes em Brasília de se exportar o modelo brasileiro de contemplação das classes com benefícios sociais por todo o mundo e não apenas isso mas o possível controle de todo e qualquer meio de comunicação social que ouse tornarem-se indepentes? Mas a notícia boa vem através do mundo livre e civilizado Leia abaixo:
Elon Musk investe US$ 1 bilhão e compra fatia da Skydance, controladora da CNN - Musk comprou uma participação na Skydance, controladora da CNN, ao investir cerca de US$ 1 bilhão no conglomerado de mídia comandado por David Ellison. A entrada do bilionário ocorre poucas semanas depois de a companhia concluir a aquisição de imporantes meios de comunicação por US$ 110 bilhões e assumir o controle do canal norte-americano. A operação colocou a emissora sob o mesmo grupo de CBS News, HBO, Warner Bros. e Paramount.
O aporte foi feito aproximadamente no mesmo período em que outros investidores da Skydance colocaram novos recursos na companhia, entre eles Laurene Powell Jobs, integrante do conselho.
Entrada ocorre após promessa de independência da CNN - A chegada de Musk ao quadro de investidores ocorre em um momento de atenção sobre o futuro da CNN após a mudança de controle. Em entrevista exclusiva à CNBC após a conclusão da megafusão, David Ellison afirmou que as decisões jornalísticas continuariam nas mãos das lideranças editoriais da emissora: “A direção corporativa fica fora do editorial”, afirmou.
Ellison também manteve Mark Thompson no comando da CNN. Thompson segue responsável pelas operações e pelo conteúdo jornalístico da emissora dentro da nova estrutura da Skydance. Como parte do acordo que permitiu a conclusão da compra da Warner Bros. Discovery, a Skydance concordou com a criação de um conselho de independência editorial para acompanhar CNN e CBS News. A medida foi incluída no acordo firmado para encerrar questionamentos judiciais à operação.
Musk entra em um dos maiores grupos de mídia dos EUA - O investimento aproxima Musk de uma estrutura que reúne dois dos principais veículos jornalísticos dos Estados Unidos. Além da CNN, a Skydance controla a CBS News e mantém negócios em televisão, cinema, streaming e esportes. O grupo nasceu da combinação entre Paramount e Warner Bros. Discovery, concluída neste mês.
Sob o comando de David Ellison e do co-CEO Ynon Kreiz, a empresa reúne também Warner Bros., HBO, Paramount, Paramount+ e HBO Max. A companhia pretende usar essa escala para ampliar a atuação no streaming e na produção de conteúdo e, ao mesmo tempo, reduzir a dependência dos negócios tradicionais de televisão. Na entrevista à CNBC, Ellison e Kreiz disseram que a nova Skydance pretende produzir cerca de 30 filmes por ano e mais de 180 séries, além de explorar seu catálogo de marcas e propriedades intelectuais em diferentes plataformas.
Relação com os Ellison não é nova - A entrada de Musk na Skydance também reforça uma relação de longa data com a família Ellison. Larry Ellison, fundador da Oracle e pai de David Ellison, participou do financiamento da compra do Twitter por Musk em 2022, antes de a plataforma ser rebatizada como X.
A possibilidade de Musk investir na Skydance já havia sido levantada nesta semana por John Malone. Durante uma conferência em Nova York, o empresário citou a proximidade entre Musk e Larry Ellison e afirmou que esperava um anúncio em breve: “Eu não duvidaria nem por um minuto que, em pouco tempo, vocês verão um anúncio”, afirmou. Malone havia estimado que Musk poderia investir entre US$ 8 bilhões e US$ 10 bilhões na companhia. O aporte informado agora é de aproximadamente US$ 1 bilhão.
Skydance tenta integrar novo império de mídia - O dinheiro chega enquanto a Skydance inicia a integração de duas grandes estruturas de mídia e enfrenta o desafio financeiro deixado pela megafusão. A companhia estabeleceu uma meta de US$ 6 bilhões em redução de custos e precisa combinar negócios de televisão, cinema e streaming em um mercado marcado pela queda da TV por assinatura e pelo avanço das plataformas digitais.
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