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Reforma tributária mobiliza empresários em debate promovido pelo CIEPI e MOVE em Teresina

Especialistas alertam para desafios da transição do novo sistema tributário e defendem preparação imediata das empresas

26/05/2026 às 21h49 Atualizada em 27/05/2026 às 21h12
Por: Wagner Albuquerque
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Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

Empresários, advogados e representantes do setor produtivo participaram, nesta terça-feira (26), de um encontro promovido pelo Movimento Empreender Piauí (MOVE) e pelo Centro das Indústrias do Estado do Piauí (CIEPI), em Teresina, para discutir os impactos práticos da reforma tributária no ambiente de negócios. O evento aconteceu no Espaço “S”, no Teresina Shopping, e reuniu especialistas para orientar empresários sobre as mudanças que começam a entrar em vigor nos próximos anos.

O advogado tributarista Fred Mendes destacou que a principal preocupação do momento é preparar empresas que possuem contratos de longo prazo e benefícios fiscais. Segundo ele, muitos empresários ainda não compreenderam totalmente os efeitos da nova legislação e podem enfrentar prejuízos se não se adaptarem desde já. Frederico explicou ainda que o Brasil viverá uma fase delicada até 2032, período em que o sistema atual vai coexistir com o novo modelo tributário.

Fred Mendes - Foto: Reprodução

Já o advogado Philippe Salha afirmou que a expectativa do mercado é positiva, principalmente pela possibilidade de tornar mais transparente o custo real das mercadorias e serviços. Para ele, o atual sistema tributário brasileiro é extremamente complexo e dificulta até mesmo que empresas consigam calcular corretamente seus custos. Apesar disso, Philippe alertou que os empresários precisarão cumprir novas obrigações já a partir de 2026, antes da implantação completa prevista para 2027.

Representando o CIEPI e o MOVE, Arthur Feitosa disse que o encontro foi apenas o primeiro de uma série de debates sobre a reforma tributária. Segundo ele, novas regras e resoluções surgem constantemente, gerando dúvidas no setor produtivo. Arthur ressaltou que entidades empresariais precisam atuar como ponte entre especialistas e empresários para ajudar na adaptação ao novo cenário econômico e tributário do país.

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