
Maria Júlia, 17 anos, é o nome que está fazendo o Brasil — e especialmente o Piauí — repensar o que significa qualidade de ensino. A jovem foi aprovada em 11 universidades internacionais, incluindo a Foothill–De Anza College, na Califórnia — a mesma instituição onde estudou Steve Jobs, o gênio da Apple que revolucionou o mundo da tecnologia.
Mas o feito de Maria Júlia não caiu do céu. Ela é aluna da Great School, primeira escola internacional do Piauí, que nasceu com a proposta ousada de romper os muros do ensino tradicional e preparar líderes globais desde cedo.
Enquanto o sistema público afunda em burocracia e o ensino médio nacional insiste em fórmulas ultrapassadas, escolas como a Great estão mostrando que o futuro da educação passa por autonomia, fluência em inglês e pensamento crítico.
Na Great School, professores formados em universidades como Harvard, Stanford e Oxford incentivam os alunos a compreender o mundo, não apenas a responder provas.
Maria Júlia aprendeu a falar inglês acadêmico, a gerenciar o próprio tempo e a lidar com metas reais — coisas que, infelizmente, ainda são um luxo na maior parte das escolas brasileiras.
Como resultado, conquistou aprovações em instituições que muitos só conhecem por filmes e reportagens.
A Foothill–De Anza College, onde Maria Júlia estudará, foi o berço intelectual de Steve Jobs — um símbolo da criatividade, da ousadia e da capacidade de transformar ideias em revoluções.
E, ironicamente, agora é uma jovem nordestina, filha de uma terra tantas vezes negligenciada pelo poder público, quem caminha pelas mesmas salas e corredores onde nasceu o pensamento que mudou o mundo.
Ela pretende cursar odontologia — profissão de tradição familiar —, mas sabe que a experiência no exterior pode ampliar horizontes e transformar seu modo de ver e gerir o futuro dos negócios da família.
A aprovação de Maria Júlia marca a consolidação da Great School como uma das instituições mais inovadoras do país. Em apenas quatro anos de existência e formando sua primeira turma de ensino médio completo, a escola já prova que excelência educacional não é privilégio de grandes centros.
Com estrutura moderna e acompanhamento psicológico, a Great School prepara alunos emocional e academicamente para competir globalmente — e vencer.
A trajetória de Maria Júlia mostra que liderança não se ensina com discursos, mas com exemplo, propósito e estímulo à autonomia.
Na Great School, os estudantes aprendem a planejar, comunicar, empreender e criar soluções — competências cada vez mais exigidas em um mundo que valoriza menos o diploma e mais o desempenho real.
Aos 17 anos, Maria Júlia é mais do que uma estudante brilhante: é o retrato de uma geração que quer — e pode — mudar o Brasil começando pela sala de aula.
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