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Homem é morto a tiros dentro de universidade estadual

Vítima era dono de copiadora na UEPB e foi assassinada após discussão; crime chocou estudantes e levou à suspensão das aulas por uma semana

04/04/2025 às 09h17 Atualizada em 04/04/2025 às 10h15
Por: Douglas Ferreira
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Keine Diniz dos Santos, de 40 anos, foi executado dentro da UFPB, em Campina Grande - Foto: Reprodução
Keine Diniz dos Santos, de 40 anos, foi executado dentro da UFPB, em Campina Grande - Foto: Reprodução

A Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), em Campina Grande, no Planalto da Borborema, no sertão paraibano, foi cenário de um crime violento na noite desta quinta-feira (3). Keine Diniz dos Santos, de 40 anos, foi assassinado a tiros dentro do campus, e outro ficou ferido. O ataque, que ocorreu dentro de uma copiadora no terceiro andar da Central de Aulas, causou pânico entre estudantes e funcionários, levando a reitoria a suspender as aulas por uma semana.

Para facilitar o entendimento sobre o caso, veja os principais pontos da ocorrência:

1. Como aconteceu o crime?

  • O ataque ocorreu por volta das 19h dentro de uma copiadora localizada no prédio da Central de Aulas.

  • Um homem armado entrou no local, iniciou uma discussão e, em seguida, efetuou disparos contra as vítimas.

  • Pelo menos 10 tiros foram ouvidos por testemunhas que estavam no campus no momento do crime.

  • Após o ataque, o atirador fugiu do local e ainda não foi identificado.

2. Quem são as vítimas?

  • Keine Diniz dos Santos, de 40 anos, era dono da copiadora e foi morto no local.

  • Wesley Porto, de 36 anos, sócio de Keine, foi baleado no braço, socorrido pelo Samu e encaminhado ao Hospital de Trauma de Campina Grande. Seu estado de saúde é estável.

3. Qual a motivação do crime?

  • De acordo com as investigações iniciais, o crime pode ter sido motivado por uma rixa pessoal entre o assassino e Keine.

  • Testemunhas relataram que o criminoso chegou rapidamente ao local e começou a discutir com a vítima antes de abrir fogo.

  • A polícia ainda investiga se o crime teve relação com disputas financeiras, pessoais ou outro tipo de desavença.

4. O que diz a polícia?

  • A Polícia Civil abriu inquérito para investigar o caso e já começou a colher depoimentos de testemunhas.

  • A Polícia Militar fez buscas na região logo após o crime, mas até agora, ninguém foi preso.

  • Imagens de câmeras de segurança do campus e de áreas próximas estão sendo analisadas para identificar o assassino e a possível rota de fuga.

5. Medidas da universidade após o crime

  • A reitoria da UEPB manifestou pesar pelo ocorrido e afirmou estar colaborando com as investigações.

  • Como medida de segurança, as aulas foram suspensas por uma semana.

  • A instituição também reforçou a necessidade de discutir medidas de segurança dentro do campus para evitar novos casos de violência.

6. Repercussão e clima na universidade

  • O crime gerou pânico e consternação entre alunos, professores e funcionários.

  • A comunidade acadêmica pede mais segurança dentro do campus, especialmente em horários noturnos.

  • Grupos de estudantes e entidades ligadas à universidade devem realizar manifestações cobrando ações efetivas para melhorar a segurança na instituição.


Flávio Medeiros ficou perturbado com o crime que praticou e na manhã desta sexta-feira cometou suicídio - Foto: Reprodução

O atirador teria sido identificado como sendo Flávio Medeiros, de 47 anos. Ele morreu na manhã desta sexta-feira (4) após atirar contra a própria cabeça. O crime, ocorrido na noite anterior dentro de uma copiadora do campus, teria sido motivado por ciúmes, já que a vítima supostamente se envolveu com a ex-esposa de Flávio. Gravemente ferido, ele foi socorrido pelo Samu e levado ao Hospital de Trauma, mas não resistiu.

Após o homicídio, Flávio Medeiros foi até uma escola no bairro Três Irmãs, onde sua ex-companheira trabalha, tentando entrar no local, mas foi impedido. Em seguida, dirigiu até uma estrada e, sozinho no veículo, disparou contra si mesmo. A Polícia Civil investiga os detalhes do caso, que chocou a comunidade acadêmica e levantou preocupações sobre segurança e violência motivada por questões passionais.

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