
A Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), em Campina Grande, no Planalto da Borborema, no sertão paraibano, foi cenário de um crime violento na noite desta quinta-feira (3). Keine Diniz dos Santos, de 40 anos, foi assassinado a tiros dentro do campus, e outro ficou ferido. O ataque, que ocorreu dentro de uma copiadora no terceiro andar da Central de Aulas, causou pânico entre estudantes e funcionários, levando a reitoria a suspender as aulas por uma semana.
Para facilitar o entendimento sobre o caso, veja os principais pontos da ocorrência:
O ataque ocorreu por volta das 19h dentro de uma copiadora localizada no prédio da Central de Aulas.
Um homem armado entrou no local, iniciou uma discussão e, em seguida, efetuou disparos contra as vítimas.
Pelo menos 10 tiros foram ouvidos por testemunhas que estavam no campus no momento do crime.
Após o ataque, o atirador fugiu do local e ainda não foi identificado.
Keine Diniz dos Santos, de 40 anos, era dono da copiadora e foi morto no local.
Wesley Porto, de 36 anos, sócio de Keine, foi baleado no braço, socorrido pelo Samu e encaminhado ao Hospital de Trauma de Campina Grande. Seu estado de saúde é estável.
De acordo com as investigações iniciais, o crime pode ter sido motivado por uma rixa pessoal entre o assassino e Keine.
Testemunhas relataram que o criminoso chegou rapidamente ao local e começou a discutir com a vítima antes de abrir fogo.
A polícia ainda investiga se o crime teve relação com disputas financeiras, pessoais ou outro tipo de desavença.
A Polícia Civil abriu inquérito para investigar o caso e já começou a colher depoimentos de testemunhas.
A Polícia Militar fez buscas na região logo após o crime, mas até agora, ninguém foi preso.
Imagens de câmeras de segurança do campus e de áreas próximas estão sendo analisadas para identificar o assassino e a possível rota de fuga.
A reitoria da UEPB manifestou pesar pelo ocorrido e afirmou estar colaborando com as investigações.
Como medida de segurança, as aulas foram suspensas por uma semana.
A instituição também reforçou a necessidade de discutir medidas de segurança dentro do campus para evitar novos casos de violência.
O crime gerou pânico e consternação entre alunos, professores e funcionários.
A comunidade acadêmica pede mais segurança dentro do campus, especialmente em horários noturnos.
Grupos de estudantes e entidades ligadas à universidade devem realizar manifestações cobrando ações efetivas para melhorar a segurança na instituição.
O atirador teria sido identificado como sendo Flávio Medeiros, de 47 anos. Ele morreu na manhã desta sexta-feira (4) após atirar contra a própria cabeça. O crime, ocorrido na noite anterior dentro de uma copiadora do campus, teria sido motivado por ciúmes, já que a vítima supostamente se envolveu com a ex-esposa de Flávio. Gravemente ferido, ele foi socorrido pelo Samu e levado ao Hospital de Trauma, mas não resistiu.
Após o homicídio, Flávio Medeiros foi até uma escola no bairro Três Irmãs, onde sua ex-companheira trabalha, tentando entrar no local, mas foi impedido. Em seguida, dirigiu até uma estrada e, sozinho no veículo, disparou contra si mesmo. A Polícia Civil investiga os detalhes do caso, que chocou a comunidade acadêmica e levantou preocupações sobre segurança e violência motivada por questões passionais.




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