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Paralisação de rodoviários compromete circulação de ônibus em Teresina

A categoria reivindica reajuste salarial, aumento no ticket-alimentação e melhorias no plano de saúde. O sindicato prevê nova paralisação no turno da tarde.

18/05/2026 às 10h36
Por: Katriele Chaves
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Foto: reprodução/ Cláudio Gomes-Sintetro
Foto: reprodução/ Cláudio Gomes-Sintetro

A paralisação parcial dos trabalhadores do transporte público em Teresina, nesta segunda-feira (18/05), tem causado transtornos à população, que teve o deslocamento comprometido na ida ao trabalho e em outros compromissos no início da manhã. O sindicato dos trabalhadores informou que deve ocorrer outra paralisação no turno da tarde.

As reivindicações da categoria, informadas pelo sindicato, incluem reajuste salarial para motoristas e cobradores, aumento no valor do ticket-alimentação e melhorias no plano de saúde.

Segundo o Sindicato das Empresas de Transportes Urbanos de Passageiros de Teresina, o estado de greve anunciado pela categoria nesta segunda-feira é um momento de negociação entre as partes e não resulta na paralisação integral da frota de ônibus da capital, que deve ter circulação normalizada ao longo do dia.

Nota SETUT

O Sindicato das Empresas de Transportes Urbanos de Passageiros de Teresina (SETUT) esclarece que o estado de greve, anunciado pela categoria laboral para esta segunda-feira (18), é um momento de negociação entre as partes e não resulta na paralisação integral da frota de ônibus da capital, que seguirá com circulação normalizada ao longo do dia.

O SETUT reitera que segue aberto ao diálogo e às negociações construtivas, dentro dos parâmetros aceitáveis para o sistema de transporte público em Teresina, que possui arrecadação e produtividade comprometidas pelo congelamento das tarifas desde 2018 e pela queda acentuada na quantidade de passageiros transportados, com maior incidência após a pandemia da Covid-19.

As reivindicações do sindicato laboral destoam sobremaneira da realidade, com índices de reajuste que giram em torno de 46% para o ticket-alimentação e de 36% para o plano de saúde, enquanto os percentuais comuns de reajustes salariais giram em torno de 3% a 4% ao ano.

Já para a correção salarial, foi solicitado um índice três ou quatro vezes superior aos percentuais atuais, com pedido de reajuste de 12%, enquanto o índice anual varia entre 3% e 4%.

Por fim, o SETUT segue em constantes tratativas junto aos órgãos públicos, apresentando propostas para a otimização do sistema de transporte público, com destaque e urgência para a renovação da frota e a ampliação da quantidade de veículos em operação e circulação.

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