
Quem crê e quem não crê? Mas a vida não é feita para difundir diferenças? E quem está proliferando diferenças? No contexto da saúde, existe a diferença entre quem crê e quem não acredita em nada? Mas todos acreditam ou creem em alguma coisa, não? Eita que atualmente existem respostas para tudo! Depois dos 55 (cinquenta e cinco) anos e ouvindo as pessoas, especialmente nas paróquias, é perceptível o ânimo e a força de vontade de viver que existem entre as pessoas que frequentam a Igreja. Geralmente são alegres. Costumam sorrir de onde menos se imagina.
Certa vez, havia alguém ao meu lado reclamando ardorosamente de tudo e de todos; chegou alguém e começou a falar de algo tão simples e belo que comoveu até mesmo o reclamão. E quem geralmente são os reclamões? Praticamente todos aqueles que vivem no entorno da sacristia? Certo mesmo é que Jesus Cristo, Deus, não é falácia. Cristo é vida!
Mas como vive alguém que não tem fé e nem crença em algo ou alguém? Toda pessoa costuma acreditar em algo. Muitos acreditam no dinheiro, no trabalho, no poder. A questão é muito mais complexa. E a reflexão é sobre o reflexo da fé e da crença na vida e na saúde das pessoas nos dias atuais!
Diferenças entre a crença e a descrença? Leão XIV: sem os santos, a história do mundo seria mais pobre e menos humana. Em discurso aos participantes do congresso “A santidade na história”, organizado pelo Dicastério para as Causas dos Santos, o Papa ressalta a necessidade de verificações rigorosas e testemunhos confiáveis para os processos de canonização.
Exemplos do “Evangelho vivido”, os santos inspiram o presente sem seguir os “estereótipos do momento”. Histórias que não permanecem gravadas na pedra, mas que, embora exijam verificações rigorosas, “ao longo das épocas” passam por desenvolvimentos e evoluções. Figuras que não se curvam aos “estereótipos do momento”, mas oferecem ao presente modelos a serem seguidos.
São os santos, segundo o Papa Leão XIV, que inspiram o Povo de Deus e o mundo inteiro. Ele afirmou isso na manhã desta quarta-feira, 21 de outubro, ao receber os participantes do Congresso “A Santidade na História”, organizado pelo Dicastério para as Causas dos Santos, realizado de 19 a 21 de outubro no Instituto Patrístico Augustinianum, em Roma.
Qual o sentido etimológico e significado do termo diferença? Diferença é a qualidade ou característica que faz com que duas ou mais coisas, pessoas ou situações não sejam iguais. É a dessemelhança, a distância entre duas realidades ou o resultado de uma conta de subtração na matemática. E não se trata de nenhuma discriminação. Os santos não são apenas aspectos figurativos ou de arrecadação financeira para as igrejas.
Ao proferir o discurso, o Pontífice — em sua primeira audiência pública após a cirurgia no Hospital Gemelli — dirigiu-se aos cerca de 200 presentes na Sala Clementina do Palácio Apostólico do Vaticano, entre os quais o prefeito do Dicastério, cardeal Marcello Semeraro. “É bom ver tanto entusiasmo pelos santos de hoje”, exclama o Pontífice. Em seguida, ele se detém na “santidade canonizada”, que exige “ser comprovada por testemunhos autênticos, credíveis e acima de qualquer suspeita”. Para esse fim, destaca o trabalho essencial da Comissão Histórica no âmbito diocesano e o dos relatores e consultores do Dicastério para as chamadas “causas antigas”.
Foi o Papa Pio XI, lembra Leão XIV, quem promoveu a instituição da Seção Histórica na então Sagrada Congregação dos Ritos, introduzindo nas causas dos santos o uso específico do método histórico-crítico. Buscar a santidade não é uma demonstração de superioridade. É apenas e tão somente viver o que disse Cristo Jesus, Deus: "Sede santos como eu sou santo!". É algo tão difícil nos dias atuais? Exemplos arrastam multidões. Sede sal e luz no mundo!
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